Biblia Pauperum

(gravada em madeira, sec. XV)

Esses livros de imagens ficavam abertos para os fiéis, as grandes páginas divididas em cenas. Alberto Manguel nos fala que "para os analfabetos, excluídos do reino da palavra escrita, ver os textos sagrados representados num livro de imagens que eles conseguiam reconhecer ou ler devia induzir um sentimento de compartilhar com os sábios e poderosos a presença material da palavra de Deus". Já Umberto Eco acentua que "a Biblia Pauperum começa a submeter-se a uma condição que, séculos depois, alguém atribuirá aos modernos meios de massa: a adequação do gosto e da linguagem às capacidades receptivas da média". Vale uma discussão.


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Início da Oficina 2 Primeiros Impressos 3 Fábulas 4 Contos Maravilhosos 5 Poesia 6...

Umberto Eco, Apocalípticos e integrados, São Paulo: Editora Perspectiva, 1987.
Alberto Manguel, Uma história da leitura,São Paulo: Companhia das Letras, 1997.